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Zero KM

Carlos Cereto
  1. 15/07/2007

    VAMOS TER QUE ENGOLIR!



    O discurso já estava ensaiado.

    Bastou o árbitro apitar o final do jogo entre Brasil e Argentina, final da Copa América, para que os jogadores brasileiros colocassem em prática a retórica pré-concebida.

    “Essa vitória é para aqueles que nos criticaram, que disseram que a Seleção era medíocre”.

    O conteúdo da frase remete a Copa América de 97 na Bolívia quando Zagallo eternizou a pérola:

    “Vocês vão ter que me engolir”.

    Se analisarmos pelo resultado final, que é o que realmente importa, a vitória de 3x0 da Seleção de Dunga sobre a “poderosa” Argentina provocará indigestão nos críticos de plantão.

    A Copa América representou o primeiro teste de fogo do novo treinador da Seleção Brasileira.

    Dunga foi o escolhido, até pelo símbolo que representa, para comandar a renovação de jogadores e conceitos da Seleção, após o fiasco da Copa da Alemanha.

    É muito cedo para dizer se o trabalho já está rendendo frutos, e a conquista da Copa América talvez não sirva de parâmetros.
    A verdade é que o Brasil jogou uma grande partida contra a Argentina, muito acima das expectativas e ganhou o jogo com absoluto merecimento.

    Pela primeira vez na competição, e no jogo que realmente importava, o Brasil jogou bem, e foi eficiente.

    O esquema tático, predominantemente voltado para a marcação no meio campo, que tanto desagradou em outros jogos pela ausência de criatividade, dessa vez teve sucesso em anular as principais jogadas do time argentino.

    Haverá mais uma vez quem defenderá o futebol pragmático, burocrático, voltado única e exclusivamente para os resultados.

    Outros dirão que é possível jogar com um pouco mais de brilho do ponto de vista técnico, tendo em vista que a qualidade de nossos jogadores é a principal característica do futebol brasileiro.

    Depende muito da maneira de como se enxerga futebol.

    A pergunta que fica é como Dunga irá administrar a seqüência de seu trabalho daqui pra frente com a oferta generosa de “pé de obra” de qualidade como Kaká, Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho.

    Será que esses jogadores terão lugar no time de Dunga?

    Ou será que “novo Brasil” do futebol de resultados não precisará mais desses jogadores?

  2. 14/07/2007

    LUTO!!!

    O Amigo Aquiles me postou o seguinte texto em relação ao Corinthians, e peço licença para publicá-lo.

    Oi, meu nome é Corinthians

    Tenho 97 anos (Teria se estivesse vivo).

    Morri no ano de 2007 em São Paulo.

    Eu não tinha casa e andava nas ruas, perto do rebaixamento, quando a MSI resolveu me adotar.

    Prometeram-me várias coisas boas, grana preta, craques, títulos e até estádio moderno.

    Ganhei o Sveitão 2005, e fiquei todo feliz.

    Até achei que perderia a virgindade da América, nos Libertadores.

    Mas o pior estava para chegar.

    Fui eliminado na Libertadores.

    Os argentinos que aqui jogavam foram embora e não deixaram 1 centavo para mim.

    Passei o ano seguinte sem titulo algum, só na vontade.

    Sempre olhava para o Santos e apenas via eles comemorando seus títulos.

    O pior ainda assim estava por vir.

    Na contratação de Nilmar feita pela MSI, fui vitima de um golpe e fui obrigado a pagar 8 milhões de euros.

    Não tinha dinheiro e fali.

    Através dessa mensagem eu peço que façam com que eu possa descansar em paz.

  3. 13/07/2007

    CHINELINHO ?



    Roger ex Corinthians foi contratado pelo Flamengo. Gostaria de saber a opinião dos flamenguistas sobre a contratação. Será um bom substituto para o Renato?

  4. 13/07/2007

    O Corinthians não merece isso!



    O presidente do clube Alberto Dualib, há 14 anos no poder, foi indiciado pelo ministério público federal por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

    Kia Jorabichian que há pouco tempo dava autógrafos no Parque São Jorge, recebeu ordem de prisão junto de Bóris Beresovisk, cabeça da “fábrica de detergente”.

    Nenhuma surpresa.

    Há poucas pessoas sérias no futebol, mas quem faz parte desse grupo já imaginava que um dia ou outro essa bomba iria estourar.

    Em 2004 participei da cobertura pelo Sportv da reunião do conselho deliberativo do Corinthians, que depois de muita confusão, aprovou a parceria entre o clube e a MSI.

    Muita gente que agora posa de bom moço, defendia a parceria.

    Outros lutavam pela transparência e decência como, por exemplo, Antonio Roque Citadini e Romeu Tuma Junior.

    Nesse momento é importante que se dê nome aos bois, pois muitos covardes mudaram de lado.

    Lembro-me que Marlene Matheus, chorava copiosamente, e dizia em memória de Vicente Matheus que o Corinthians estava sendo vendido.

    A mesma Marlene, tempos depois, posou em fotos ao lado de Kia Jorabichian e defendeu uma suposta candidatura do iraniano à presidência do clube.

    O Corinthians, como disse Marlene na época, foi mesmo vendido, e os conselheiros que aprovaram o péssimo negócio também devem ser responsabilizados.

    Agora é fácil pedir a saída de Dualib, que se ainda tiver um pouco de hombridade deveria renunciar ao cargo, o que já deveria tem feito há muito tempo.

    Dualib está sozinho, foi abandonado pelos “amigos”, interesseiros que adoravam dar tapas nas costas do presidente.

    É importante que o corintiano saiba separar o joio do trigo, pois nessa história há muita “farinha do mesmo saco”.

    Andrés Sanches, por exemplo, que defende o impedimento de Dualib, é amigo de Kia Jorabichian e até ontem também era a favor da continuação da parceria.

    O momento é o mais complicado da história do clube.

    A dívida do Corinthians chega perto de 100 milhões de reais, já computado o passivo da absurda tentativa de calote na aquisição de Nilmar junto ao Lyon da França.

    A saída é acabar com a parceria imediatamente.

    Pessoas sérias como Citadini, Miguel Marques e Silva, desembargador da justiça, Rubens Aprobato, Romeu Tuma Junior, que são conselheiros corintianos, devem assumir a administração do clube em medida de intervenção.

    Serão tempos de “vacas magras”, pois o dinheiro sujo não será mais lavado no clube.

    O importante é que haja transparência e honestidade na administração.

    O Corinthians não merece essa gente que felizmente para o bem de quem gosta das coisas às claras, irá trocar o noticiário esportivo pelas páginas policiais.

  5. 11/07/2007

    BOLA ROLANDO!

    Nesta Quinta Feira teremos três jogos na seqüência do Campeonato Brasileiro.

    As demais partidas serão disputadas no Sábado.




    Em São Januário, o Vasco recebe o Atlético Paranaense.

    Tenho dito não acreditar no time do Vasco.

    Entendo que a equipe comandada por Celso Roth é cheia de limitações.

    A goleada sobre o Santos por 4x0 foi absolutamente ilusória.

    A prova é que o time não suportou o fraco Juventude em Caxias do Sul.

    Há indefinição se Romário joga ou não joga.

    A necessidade de se ter um esquema para a presença e outro para a ausência de Romário, atrapalha qualquer time.

    Leandro Amaral é bom jogador, mas está longe de ser o atacante dos sonhos.

    Vi Abuda, recém contratado, jogar no Corinthians, não é bobo, sabe das coisas, mas não tem maturidade para ser o comandante do ataque vascaíno.

    Conca é bom jogador, mas com a ausência de Morais, está solitário no meio campo cheio de “brucutus” escalado por Celso Roth.

    Perdigão é apenas um jogador comum.

    Contra o Atlético Paranaense o Vasco jogará contra um time cujo técnico conhece como poucos São Januário.

    Certamente Antonio Lopes entende muito mais do Vasco do que o próprio Celso Roth, atual treinador do time, o que pode ser uma vantagem para o time de Curitiba.

    Em favor do Vasco conta o fato do Atlético estar desfalcado de alguns jogadores, inclusive de Alex Mineiro, desfalque considerável, que está suspenso.

    Não vejo favorito para esse jogo.




    Em Curitiba o Paraná recebe o Figueirense.

    Outro jogo equilibrado tendo em vista que o Figueira é um adversário complicado de ser batido dentro ou fora de casa.

    São dois times parecidos que tem como filosofia a forte marcação no meio campo com a velocidade nos contra ataques.

    O técnico Pintado acena com a possibilidade de escalar três atacantes para esse confronto.

    Vandinho, Vinicius Pacheco e Josiel.

    A formação é das mais interessantes e se funcionar deve levar o Paraná a mais uma vitória, embora não descarte uma surpresa por parte do time de Mário Sérgio.

    O Paraná é favorito, mas o Figueirense não deve ser desrespeitado.




    Por fim, o Juventude recebe o Náutico em Caxias do Sul.

    Dois times que estão muito aquém do que deles se esperava.

    São dois sérios candidatos ao rebaixamento.

    O jogo em Caxias faz com que o Juventude seja o favorito.

  6. 11/07/2007

    MEDO DE PERDER!



    Prometi que só voltaria a falar de Seleção quando o time canarinho voltasse a me encantar, o que, diga-se de passagem, está longe de acontecer.

    De todo modo, entendo que o assunto é pertinente e conseqüentemente merece ser comentado.

    “O medo de perder tira a vontade de ganhar”.

    A frase é de Vanderlei Luxemburgo, na minha modesta opinião, o melhor técnico de futebol do país, e reflete a verdade absoluta da Seleção comandada por Dunga.

    Todo treinador de futebol tem o direito de ter convicções, mas às vezes a teimosia e o compromisso com o erro se confundem com a falta de inteligência.

    Sem poder contar com os principais jogadores que pediram dispensa, casos de Kaka, Ronaldinho e Zé Roberto, o que não era garantia que nossos craques fossem escalados, Dunga optou por começar a Copa América com um meio campo formado com Gilberto Silva, Mineiro, Elano e Diego.

    O esquema tático, com dois volantes e meio, tendo em vista que Elano faz tanto o papel de meia, como de volante, fazia coerência aos amistosos disputados sob o comando do novo treinador.

    Sempre que se fez necessário Dunga fez questão deixar claro, se não em retórica, pelo menos na pratica, que em seu time, dificilmente dois meias atacantes jogariam juntos.

    Questão de filosofia, jeito de ver futebol, o que deve ser respeitado.

    Ocorre que depois da derrota para o México na estréia da Copa América, quando o time não jogou bem, Dunga, do dia pra noite, abriu mão de suas convicções, se é que realmente ele estava convicto, e escalou mais um volante no time.

    Além disso, Julio Batista, que só foi chamado porque Zé Roberto pediu dispensa, ganhou status de fora de série, o meia de ligação do time, função que não tem capacidade pra exercer.

    Nada contra o esquema com três volantes, cada um sabe onde o calo aperta e certamente Dunga viu a necessidade de proteger melhor a defesa.

    O que não dá pra entender é porque o técnico da Seleção jogou pro alto qualquer possibilidade de vida inteligente no time, deixando Diego e Anderson, os únicos com capacidade de criação, no banco de reservas.

    Alguém vai dizer que ainda temos Robinho.

    Pois é, mais a verdade é que um Robinho só não faz verão.

    Muitos comparam a atual formatação tática da Seleção com o time campeão do mundo de 94, dirigido por Parreira.

    Não é difícil imaginar que Dunga tenha se inspirado naquela Seleção, tendo em vista que fora um dos protagonistas.

    Acontece que há muitas diferenças entre um time e outro e é bem verdade, alguma semelhança.

    Parreira começou a Copa dos Estados Unidos com dois volantes e dois meias no meio campo.

    Também do dia pra noite, abriu mão de suas convicções em favor da prioridade na marcação.

    Mazinho, um terceiro volante, ganhou a posição de Raí, o único meia armador.

    O meio campo, portanto, era formado por Dunga e Mauro Silva, Mazinho e Zinho.

    Nada muito diferente, inclusive em termos de qualidade, do meio campo de hoje com Gilberto Silva, Mineiro, Josué e Julio Batista, levando-se em consideração que Zinho e Julio Batista tem características diferentes.

    A diferença é que o time de Parreira justificava a escalação mais cautelosa, com eficácia absoluta na defesa.

    A meta de Tafarel que ainda era protegida por Aldair e Marcio Santos era praticamente intransponível, o que não ocorre com a meta de Doni.

    No time de Dunga ocorre o inverso.

    Mesmo com tantos volantes, o time é inseguro na defesa, o que não justifica a escalação dos 3 cabeças de área.

    Outras diferenças.

    O time de Parreira compensava o deserto de criatividade no meio de campo com dois atacantes acima da média, ou muito acima da média.

    Romário e Bebeto na plenitude da forma foram dois dos maiores atacantes que o mundo já viu.

    Não há dúvidas que Robinho é diferenciado, inclusive já provou na prática, mas o parceiro Vagner Love está longe de ter intimidade com a bola.

    No time de Parreira, Tafarel transmitia segurança.

    No time de Dunga, Doni ainda está se firmando.

    De semelhante, além do esquema a presença de bons laterais, como Jorginho e Branco em 94, e Maicon e Gilberto no time de Dunga.

    Independentemente do esquema tático o fundamental é que haja o equilíbrio em uma equipe de futebol.

    A seleção de Parreira era sólida na defesa e eficiente no ataque o que compensava, como disse a ausência de criatividade no meio campo.

    A Seleção de Dunga é insegura na defesa e inconsistente no ataque, que depende demais da inspiração de Robinho.

    É bom lembrar que a Seleção de 94 só entrou pra história por que o italiano Baggio desperdiçou um pênalti na decisão, caso contrário pouca gente se lembraria daquele time que não deveria servir de inspiração pra ninguém.

    Nesse momento Dunga tem mais medo do que convicção.

    Tem receio de perder para a Argentina, possível adversário na final e dona do melhor futebol da Copa América.

    O jogo contra o Uruguai trouxe algumas lições que devem ser usadas contra Los Hermanos, se eles realmente conformarem a classificação contra o México.

    Pra vencer, é preciso também atacar e não só se defender.

    Nenhum time pode abrir mão da criatividade sob a pena de ter que decidir o jogo em decisão por pênaltis.

    O medo de vencer tira a vontade de ganhar.

    Que Dunga se lembre disso.

  7. 09/07/2007

    1/4 JÁ FOI!



    Perguntei a Muricy Ramalho depois do jogo contra o Flamengo, empate de zero a zero, se era possível com 10 rodadas disputadas, fazer uma análise mais precisa do desenho do campeonato brasileiro em relação aos candidatos ao título.

    A resposta do técnico são-paulino é que antes de se definir a transferência de jogadores na “janela” para o futebol do exterior, é impossível fazer qualquer tipo de análise.

    Muricy argumenta com razão de que corre-se o risco de se disputar dois campeonatos diferentes, com elencos modificados em razão das negociações e que qualquer conclusão nessas circunstâncias se torna por demais precipitada.

    De todo modo tentarei fazer o que foi negado por Muricy, uma análise do que foi a competição até agora, com 25% do campeonato disputado, o que ao meu ver já dá pra tirar uma base do que pode acontecer daqui pra frente, sempre levando –se em consideração a possibilidade de evolução ou queda de alguma equipe baseados em possíveis reforços ou desfalques.

    Nesse post farei apenas a análise das possibilidades da briga pelo título, deixando Libertadores, Sulamericana e rebaixamento para depois.




    O Botafogo é o líder com todos os méritos.

    O time comandado por Cuca já abriu cinco pontos do Goiás, segundo colocado, e seis do São Paulo, terceiro.

    É o único invicto da competição com sete vitórias e três empates.

    A equipe alvinegra tem o melhor ataque com 23 gols e uma defesa pouco vazada com nove gols sofridos o que demonstra o equilíbrio desejado em um time de futebol.

    O Botafogo é o time de melhor futebol no campeonato.

    Na discussão atual proposta pelo técnico Dunga da importância de jogar bonito, ou ser eficiente, o Botafogo consegue aliar as duas coisas.

    O esquema tático de Cuca é dos mais interessantes, baseado nos jogadores que tem à disposição.

    Joílson, um dos destaques da equipe, é meia pela direita e não lateral como muitos pensam.

    O time é bem postado na defesa com três zagueiros, comandados pelo bom Juninho, e chega ao ataque com pelo menos três atacantes: Zé Roberto, Dodô e Jorge Henrique.

    Lucio Flávio no meio campo vive excelente fase técnica.

    Não sei como o Botafogo irá sobreviver ao caso do doping de Dodô.
    Para o bem do futebol seria interessante que houvesse equívocos nessa história.

    Sem Dodô o Botafogo perderá demais em potencial ofensivo.

    Se não perder nenhum dos titulares, o time de Cuca, ao lado do São Paulo é favorito ao título brasileiro.

    Pra quem não sabe Botafogo e São Paulo, o jogo mais aguardado do campeonato vai acontecer na penúltima rodada do primeiro turno, no dia 08 de agosto no Maracanã, e conseqüentemente na penúltima rodada do segundo turno, 25 de Novembro, no Morumbi, jogo que poderá, dependendo das circunstâncias, decidir o título da competição.




    O São Paulo tem o melhor elenco da competição e talvez seja o que menos sofra transformações com a “janela” de transferências.

    O time de Muricy é extremamente competitivo e muito duro de ser batido.

    Ainda carece de um jogador que pense melhor o jogo, um meia armador, tão ausente no futebol brasileiro. Em compensação tem dois belos atacantes Dagoberto e Aloísio e dois bons alas, Ilsinho e Jorge Wagner.

    Rogério Ceni, o goleiro artilheiro, costuma crescer em jogos decisivos, e Josué, quando voltar da Seleção será muito útil ao esquema.

    O São Paulo será o grande adversário do Botafogo na competição.

    Um quarto do campeonato Brasileiro já se foi e dificilmente algum time além de Botafogo e São Paulo entrará na briga pelo título.

    Com todo respeito aos amigos de Goiânia, não acredito na força do Goiás, o atual vice líder da competição.

  8. 06/07/2007

    PALPITES DO CANHÃO!

    Neste Sábado teremos mais uma rodada do campeonato brasileiro.

    Vamos então aos palpites do blog:

    Paraná e América de Natal fazem o jogo isolado nessa Sexta Feira.

    É também a grande “barbada” da rodada.

    Qualquer resultado que não seja uma vitória do Paraná, em Curitiba, será uma grande surpresa.


    O Santos recebe o Cruzeiro na Vila Belmiro.

    O que se espera é uma reação do time comandado por Vanderlei Luxemburgo depois da goleada sofrida para o Vasco por 4x0.

    Ocorre que ainda desfalcado de Maldonado, e Kleber, lateral e ainda sem poder contar com a presença de Kleber, atacante, o Santos se torna um time comum.

    O peixe que ainda não venceu na Vila Belmiro pelo campeonato Brasileiro terá dificuldades.

    Não irei me surpreender com uma vitória do Cruzeiro.

    O Corinthians recebe o Fluminense no Pacaembu.

    O time comandado por Renato Gaúcho é favorito absoluto nesse confronto.

    O Corinthians, com um time extremamente limitado terá que jogar o que ainda não jogou no campeonato para sair com uma vitória diante sua torcida.

    Atlético Mineiro e Grêmio fazem um grande jogo no Mineirão.

    Jogo de equilíbrio absoluto.

    Se tivesse que apostar, apostaria num empate, mas não descartaria nenhum dos resultados possíveis nesse confronto.

    Botafogo e Atlético Paranaense se enfrentam no Mané Garrincha, em Brasília.

    O líder Botafogo é franco favorito.

    Internacional e Figueirense jogam em Porto Alegre.

    Algo me diz que o time comandado por Gallo irá fazer as pazes com a vitória.

    O bom segundo tempo do Colorado no jogo contra o São Paulo dá boas perspectivas de crescimento na competição.

    Náutico e Palmeiras se enfrentam em Recife.

    São dois times do mesmo nível técnico, mas o Palmeiras tem mais condições de conseguir a vitória, mesmo fora de casa.

    São Paulo e Flamengo no Morumbi será o jogo que irei acompanhar pelo Sportv, ao lado de Milton Leite, André Rizek e Alexandre Oliveira.

    Continuo apostando minhas fichas no São Paulo, o favorito ao título ao lado do Botafogo.


    Por fim o Goiás recebe o Sport no Serra Dourada e não deverá ter dificuldades para vencer o time comandado por Geninho e o Juventude é favorito para vencer o Vasco em Caxias do Sul, mesmo que o time de Celso Roth esteja embalado pela goleada sobre o Santos.

    Não acredito nesse time do Vasco.

    Quais são os seus palpites para a rodada?

  9. 05/07/2007

    CONVERSA FIADA!!!!



    O mestre Armando Nogueira em seu blog chamou a atenção para a retórica dos treinadores de futebol.

    Ás vezes passa-se a impressão nas entrevistas coletivas de se tratar de um “papo de louco” dos “professores”.

    Por exemplo: Santos e Corinthians perderam na última rodada do Campeonato Brasileiro.

    O Timão perdeu de 2x1 para o Sport em Recife e o Peixe foi goleado pelo Vasco em São Januário.

    Um detalhe importante:

    Ambos os times jogaram muito mal.

    Eis que conteúdo da entrevista coletiva dos respectivos técnicos foi tomado pelo otimismo:

    “A equipe está em evolução...”

    Como assim?

    Vanderlei Luxemburgo vai além.

    Diz que o Santos paga o preço da renovação, e a conseqüência da reformulação do time depois da saída de Zé Roberto e Cleber Santana, e afirma que a equipe santista ainda brigará pelo menos por uma vaga à Libertadores.

    Carpegiani por sua vez, argumenta que o time ainda está em evolução e que não há motivos para tamanho desespero.

    Completa, dizendo que ficou satisfeito com o desempenho de seus comandados, sobretudo no segundo tempo contra o Sport.

    Com relação ao Santos, o discurso de Luxemburgo está mais próximo da realidade.

    É verdade que o time santista já sofreu cinco derrotas em nove jogos na competição.

    Também é verdade que a equipe campeã paulista tem potencial de reação e crescimento no campeonato.

    Para chegarmos a essa conclusão só levarmos em conta que o time está desfalcado de jogadores importantes como Maldonado, Kleber, lateral esquerdo e Kleber, atacante que ainda irá estrear.

    No caso de Carpegini, a conversa furada não enrola ninguém.

    Não existe evolução no Corinthians, embora concorde que o time melhorou no segundo tempo contra o Sport, o que não chega a ser nenhum grande mérito.
    O fato é que com quase metade do primeiro turno já é possível imaginar com mais clareza o caminho a ser percorrido pelas duas equipes citadas.

    O Santos, apontado por todos, e me incluo nesse time, como um dos favoritos do Campeonato Brasileiro, perdeu demais com a saída de Zé Roberto, e se encontrar a evolução e sobretudo um substituto para o Zé, irá brigar no máximo por Libertadores.

    Já o Corinthians se mantiver o mesmo elenco absolutamente limitado brigará até o fim do campeonato para escapar do rebaixamento.

    O resto é conversa fiada.

  10. 04/07/2007

    CHOQUE DE REALIDADE.

    A derrota do Corinthians para o Sport por 2x1 em Recife, representa um “choque de realidade” para o time de Paulo César Carpegiani.

    Com quase metade do primeiro turno já é possível chegar-se a uma conclusão mais apurada sobre o desempenho do time corintiano na competição.

    Uma equipe ainda em formação, muito jovem, que pode vir a ser competitiva, mas, que não apresenta o mínimo de qualidade para almejar posições mais ousadas no campeonato brasileiro.

    Fica claro que alguns jogadores como Pedro, lateral direito, e Clodoaldo, centro avante não reunem condições técnicas para jogarem em um grande clube.


    Um time que joga com três zagueiros, precisa de dois bons laterais, o que não ocorre com o Corinthians.

    A carência de criatividade no meio campo faz com que a bola não chegue ao ataque, e quando chega, de quase nada adianta tendo em vista a inoperância do setor ofensivo.

    Carpegiani terá que procurar alternativas em um elenco de poucas opções.

    Corre o risco de “queimar jogadores” de potencial que um dia poderão dar alegrias aostorcedores.

    O melhor a fazer no momento é jogar como time pequeno, fechado na defesa, com o objetivo claro de escapar do rebaixamento.

    As primeiras vitórias na competição serviram de ilusão para a torcida e destorceram a análise de alguns especialistas.

    Muita gente achou, e me incluo nesse time, que o Corinthians mesmo com um time extremamente limitado teria condições de evoluir dentro do campeonato desde que tivesse consciência absoluta das próprias deficiências.

    O panorama atual não gera boas perspectivas.

    Manter-se na primeira divisão com um time muito fraco já será lucro para o Corinthians.

sobre o blog

Sou Jornalista há quase 15 anos. Me formei no rádio esportivo, o qual considero escola de grandes craques do Jornalismo. Além do microfone, sou apaixonado pelo jornalismo esportivo e pelo esporte, especialmente o futebol. Amo Itapira, minha cidade de criação no interior de São Paulo. Minha familia: Carlos , Zélia, Eduardo, Rogéria e Pietro. Tenho orgulho de fazer parte do time do Sportv e espero que me ajudem a fazer deste blog um espaço inteligente para o debate de alto nível.

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